O início de tudo

Posted by drfortuna on junho 17, 2015
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Prova histórica do descaso ambiental

Gramacho operou durante 34 anos, desde 1978 até o dia 03 de junho de 2012, quando oficialmente parou de receber lixo. Durante esse tempo, foi o maior depósito de lixo da América Latina e o principal da área metropolitana do Rio de Janeiro — a 20ª maior do mundo, com 12,6 milhões de habitantes. Recebeu o lixo dos principais municípios metropolitanos: além do próprio Rio de Janeiro, acolheu detritos de Niterói, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Petrópolis, Teresópolis São João de Meriti, Nilópolis, Queimados e Mesquita. Acumulou entre 60 e 80 milhões de toneladas de lixo. “É difícil avaliar a quantidade precisa, pois até 1996 as balanças eram precárias”, conta Lúcio Vianna Alves, gerente de Gramacho, que lá trabalha há 15 anos. 

O aterro fica no município de Duque de Caxias, a margem da Baía de Guanabara, ao lado da foz de dois pequenos e poluídos rios, o Sarapuí e o Iguaçu. Antes, o lixo do Rio ia para o aterro da Praia do Retiro Saudoso, no Caju, bem mais próximo ao centro da cidade, mas também na beira da baía. Quando a capacidade deste se esgotou, o crescimento urbano obrigou o lixo a ir mais longe para encontrar um destino.

A escolha do local foi feita pela já extinta Fundrem (Fundação para o Desenvolvimento da Região Metropolitana). “Na época pensaram, joga no mangue. Essa área não serve para nada”, conta Lúcio, lembrando que na década de 70 não havia leis ou preocupação ambiental.  Entre 1978 e 1996, Gramacho recebeu cerca de 5,5 mil toneladas de lixo por dia. Nos últimos anos, chegou a receber 9 mil toneladas/dia ou 75% do lixo da região metropolitana. Às vésperas do seu fechamento, e substituição pelo novo aterro sanitário de Seropédica, ainda recebia 2 mil toneladas/dia.

‘’Olhares sobre uma cidade refletida: Memórias e Representações de Santos Lemos sobre Duque de Caxias

Posted by drfortuna on maio 13, 2015
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O livro ‘’Olhares sobre uma cidade refletida: Memórias e Representações de Santos Lemos sobre Duque de Caxias (1950-1980).’’ Da escritora Tania Maria da Silva Amaro de Almeida. 

Relata, no capitulo 1, sobre o aprofundamento das reflexões acerca de diversos processos como o de transformação urbana da cidade, processos de urbanização, analisando seu desenvolvimento e sua relação com a cidade vizinha, Rio de Janeiro. Seu espaço urbano, num geral, é apropriadamente construído a partir das relações financeiras e sociais que se formam em cada período de desenvolvimento  da sociedade. Assim, esse espaço territorial, representa uma forma material da subjetividade humana e não pode ser tomado por si só. Tal processo sofreu influencia dos progressos técnicos dos transportes também.

Segundo Rafael da Silva de Oliveira, a Baixada, sempre se apresentou com diversos limites, formas e distintas interpretações quem, no entanto,  foram sendo modificados de acordo com as mudanças do espaço.

A cidade de Duque de Caxias, localiza-se estrategicamente dentre as principais rodovias do Brasil: Dutra, Washington Luís, Av.  Brasil, Linha Vermelha e Amarela.  Com uma população que ultrapassa os 800 mil habitantes. Com uma renda de R$37. 328,52, posicionando-se em nono lugar do Estado, segundo dados do IBGE em 2008.

Como vivem os catadores do Lixão?

Posted by drfortuna on setembro 24, 2014
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Os catadores de Jardim Gramacho: 


Foto: Ao fundo a Baia de Guanabara, bem proxima ao aterro.  (google.com)


”Entre às 6h30 e o meio-dia, é formidável a quantidade de lixo reciclável que é separada e ensacada por tipo de material. No entra e sai incessante de Gramacho, chegam caminhões mambembes, semelhantes aos que trouxeram os catadores, dessa vez para comprar o seu produto. De um total que já chegou a 6 mil catadores, restam nesses últimos dias de Gramacho cerca de 1.200. A renda de um catador depende da sua produtividade, o que nesse caso é igual a capacidade física. “A garotada tira 100 reais por dia”, diz Lúcio. “A média é de 50 reais”.
 
A maioria mora em Jardim Gramacho, o bairro que deu nome ao aterro. Lá vivem 13.700 moradores, dos quais 60% sobrevivem de atividades ligadas à comercialização de recicláveis, que vão de catar a trabalhar nos depósitos de sucata. De acordo com um estudo feito em maio de 2011, pelo IETS (Instituto de Estudos do Trabalho e da Sociedade), Jardim Gramacho possui uma renda domiciliar per capita baixa,de R$ 370 reais mensais. Do total do bairro, 43% da população está abaixo da linha de pobreza, e mais de 16% abaixo da linha de extrema pobreza, ou 5.800 pessoas pobres e outras 2.100 na miséria. 

Gloria Cristina dos Santos, 36 anos, começou a catar no final da década de 80. Filha de pai estivador, Gloria teve que ajudar na renda familiar e trabalhou em Gramacho com a mãe e irmãos. “Sou catadora há 25 anos e a minha adolescência foi terrível, eu era adolescente e catadora. Comecei a catar com 11 anos, cresci dentro de Gramacho”, conta. “Para mim, trabalhar no aterro nunca foi desonroso, mas sempre foi desumano”. Hoje, Gloria é uma das representantes da Associação dos Catadores do Aterro Metropolitano do Jardim Gramacho (ACAMJG), fundada em 2004, justamente para discutir o encerramento do lixão e montar um planejamento para dar continuidade ao trabalho dos catadores de material reciclável.

Para suavizar a transição dos catadores, a prefeitura do Rio de Janeiro constituiu um fundo que distribuirá cerca de 14 mil reais a cada catador cadastrado, um total de 1.719. Ela também oferecerá aos ex-catadores do aterro treinamento em outras profissões.”

Fonte: Eco (2012)

Fonte: Google

 

Lixão que virou Aterro Sanitário!

Posted by drfortuna on setembro 24, 2014
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Mundialmente conhecido, o ”lixão” em Jardim Gramacho passou a ser um aterro sanitário.

”Apesar de fechado, Gramacho é uma história inacabada”

Artigo da revista Eco na qual mostra a ligação da empresa Reduc e o Aterro Sanitário, como na imagem abaixo:


O dia ainda é uma aurora e a Reduc iluminada parece uma cidade (Foto: Victor Moriyama)
 

”E amanheceu. Do lado esquerdo, avistávamos a Refinaria Duque de Caxias, a Reduc, da Petrobrás. Com milhares de luzes ainda acesas, sua silhueta parecia uma cidade de porte médio, exceção feita às enormes labaredas que saem 24 horas por dia de suas chaminés. Ao fundo, a grandiosa e maltratada baía de Guanabara com seus tons de azul. Bem à frente, a “rampa”, o local onde a montanha de lixo de 50 metros de Gramacho crescia.

A rampa é o fim do percurso pelo qual chega a procissão de caminhões da Comlurb, com portes diversos. Seus romeiros? Os catadores de material reciclável que os aguardavam com avidez. Chegamos ao portão de Gramacho às 5h da madrugada. Lá está o centro administrativo, que fica a cerca de 2 km do local do lixo. A lua cheia brilhava. Poucos minutos depois, começaram a chegar os caminhões com os catadores. u a ser limitada e coberta com terra. Uma vez que a água da baía foi poupada dos vazamentos, a vegetação do mangue começou a se regenerar.

Em 1996, Gramacho recebeu um upgrade. A área de 1,3 milhão de metros quadrados foi cercada por uma estrada periférica de 5 km e barreiras para segurar o lixo. Os resíduos passaram a ser classificados na entrada, o chorume contido e os “vetores” — nome técnico para ratos, baratas e outras pragas – controlados. Os urubus continuaram frequentando a área em profusão, mas cachorros e até cavalos foram retirados.

Em vez de lugar desprezado e ideal para um lixão, o mangue foi promovido a manguezal e recebeu novas mudas, escolhidas pelo biólogo Mario Moscatelli, contratado pela Comlurb para ajudar na recuperação. As modificações promoveram Gramacho ao que se chama um aterro remediado ou controlado. Na prática, isso significa um lixão que passa a ser coberto de terra.”

Fonte: Revista Eco (2012)

Esse é o retrato básico de um dia no lixão, em meio a montanhas de lixo e uma precária vida, mostrada basicamente em um texto de vista lá.

Duque de Caxias – A Metrópole vista do alto!

Posted by drfortuna on setembro 24, 2014
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A seguir, mostraremos imagens da cidade vista de angulos favoráveis. Observamos detalhes da cidade tais como a FIAÇÃO ELÉTRICA SENDO RETIRADA DOS POSTES do centro da cidade. Isso mesmo, a fiação está sendo retirada!

A conceito de Megalopolização um padrão específico de  urbanização. Trata-se de um processo de formação rápida e recente de uma cidade ou metrópole  em uma Megalope.

Define-se também, quando contrapõem-se os de metrópoles e cidade global. Metropole, no caso de Caxias, que é uma grande metropole do Rio de Janeiro, retirado do trecho do livro ”Teorias da Cidade” de FREITAG, Barbara (2012)

Por enquanto deleitem-se com a metrópole nordestina instalada à poucos minutos do centro do Rio.

1. Vista da Região da 25 de Agosto











2. Praça Roberto Silveira Vista do Prédio da Antiga Prefeitura











3. Praça Roberto Silveira




4. Museu Ciência e Vida





5. Umas Noturnas bem ruinzinhas pra terminar



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Bibliografias – Duque de Caxias

Posted by drfortuna on setembro 09, 2014
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Quem foi ele?

Fonte: Só história
Militar fluminense (1803-1880). Chefiou as forças brasileiras na Guerra do Paraguai e recebeu do imperador dom Pedro II o maior título de nobreza dado a um brasileiro.

 

- NOME DA CIDADE

  • Duque de Caxias foi iniciativa de um antigo morador, José Luiz Machado, que queria prestar uma homenagem ao Marechal Luiz Alves de Lima e Silva. Nascido na região, mais precisamente na Taquara, Lima e Silva ingressou ainda criança no Exército, no posto de cadete de Primeira Classe. Disciplinado, teve grande destaque na carreira militar. Atuou com bravura na Guerra do Paraguai, comandando batalhas sangrentas na defesa das terras brasileiras.

Curiosidades!

Posted by drfortuna on setembro 03, 2014
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  1. Duque de Caxias é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro, integrante da Região Metropolitana da cidade do Rio de Janeiro, situado na região da Baixada Fluminense.
  2. Sua população em 2013 foi estimada em 873 921 habitantes3 , figurando como o terceiro município mais populoso do estado, depois da capital e de São Gonçalo e o mais populoso da Baixada Fluminense;
  • O nome da cidade homenageia o patrono do Exército brasileiro, Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, também chamado de O Pacificador6 , nascido na região em 1803.
  • Essa é a praça no Centro de Caxias, conhecida pelo seu comercio e lazer oferecido pela prefeitura.

Centro Cultural Oscar Niemeyer, na Praça do Pacificador

Fonte: Wikipedia Continue reading…

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Começando pela origem de Duque de Caxias

Posted by drfortuna on setembro 01, 2014
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Como tudo começou, o município que veio a ser separado do Rio de Janeiro e se tornou o quarto maior município do Rio.

Blog da pesquisa sobre Jardim Gramacho e Duque de Caxias

Posted by drfortuna on setembro 01, 2014
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Este blog trará o resultado de pesquisas sobre Jardim Gramacho e Duque de Caxias, realizadas no arquivo do Instituto Histórico de Duque de Caxias e nos acervos da Revista Veja e do jornal O Globo.

Hello world!

Posted by drfortuna on agosto 25, 2014
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