Lixão que virou Aterro Sanitário!

Posted by drfortuna on setembro 24, 2014
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Mundialmente conhecido, o ”lixão” em Jardim Gramacho passou a ser um aterro sanitário.

”Apesar de fechado, Gramacho é uma história inacabada”

Artigo da revista Eco na qual mostra a ligação da empresa Reduc e o Aterro Sanitário, como na imagem abaixo:


O dia ainda é uma aurora e a Reduc iluminada parece uma cidade (Foto: Victor Moriyama)
 

”E amanheceu. Do lado esquerdo, avistávamos a Refinaria Duque de Caxias, a Reduc, da Petrobrás. Com milhares de luzes ainda acesas, sua silhueta parecia uma cidade de porte médio, exceção feita às enormes labaredas que saem 24 horas por dia de suas chaminés. Ao fundo, a grandiosa e maltratada baía de Guanabara com seus tons de azul. Bem à frente, a “rampa”, o local onde a montanha de lixo de 50 metros de Gramacho crescia.

A rampa é o fim do percurso pelo qual chega a procissão de caminhões da Comlurb, com portes diversos. Seus romeiros? Os catadores de material reciclável que os aguardavam com avidez. Chegamos ao portão de Gramacho às 5h da madrugada. Lá está o centro administrativo, que fica a cerca de 2 km do local do lixo. A lua cheia brilhava. Poucos minutos depois, começaram a chegar os caminhões com os catadores. u a ser limitada e coberta com terra. Uma vez que a água da baía foi poupada dos vazamentos, a vegetação do mangue começou a se regenerar.

Em 1996, Gramacho recebeu um upgrade. A área de 1,3 milhão de metros quadrados foi cercada por uma estrada periférica de 5 km e barreiras para segurar o lixo. Os resíduos passaram a ser classificados na entrada, o chorume contido e os “vetores” — nome técnico para ratos, baratas e outras pragas – controlados. Os urubus continuaram frequentando a área em profusão, mas cachorros e até cavalos foram retirados.

Em vez de lugar desprezado e ideal para um lixão, o mangue foi promovido a manguezal e recebeu novas mudas, escolhidas pelo biólogo Mario Moscatelli, contratado pela Comlurb para ajudar na recuperação. As modificações promoveram Gramacho ao que se chama um aterro remediado ou controlado. Na prática, isso significa um lixão que passa a ser coberto de terra.”

Fonte: Revista Eco (2012)

Esse é o retrato básico de um dia no lixão, em meio a montanhas de lixo e uma precária vida, mostrada basicamente em um texto de vista lá.

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